Home
Proposta do Evento
Um pouco sobre o Ruy
Agenda de Encontros
Álbum de fotos
Colunas do Ruy
Livros
Eu Fui!
Conheça a equipe
Imprensa
Sugira um convidado
Faça contato conosco
Livro - Encontros com o Professor - Cultura Brasileira em Entrevista - Volumes I, II, III,
IV , V, VI e VII
Ver todos

  


Ouça o Encontros na
Rádio CBN 1340.
Aos sábados, às 10h,
e segundas-feiras, às 14h.

 
 
Quem:
Nei Lisboa
Quando:
30/6/2005 - 19h30min
   
Notícias
Fotos do Encontro
Perfil do convidado
Saiu na mídia
Depoimentos
Notícias Voltar

1/7/2005 1
Histórias do paternal Nei Lisboa

Antes que Nei Lisboa se instalasse na sala de entrevistas montada no Café do Prado, Ruy Carlos Ostermann comentou sobre uma pequena pesquisa feita à tarde entre seus colegas jornalistas e revelou sua descoberta: as mulheres são apaixonadas por Nei. Para o músico, essa admiração talvez se deva ao fato de ele ser visto como "o cara que ficou", referindo-se a sua opção de manter sua carreira em Porto Alegre. Brincando, ele lembrou também que o público feminino delira com Ney Matogrosso, e que talvez essa paixão seja “uma questão de Nei”.


Foi nesse clima de alto-astral que o porto-alegrense Nei Lisboa falou de sua vida, seu processo criativo, de sua experiência como "trocador de fraldas" de Maria Clara, a filha de dois anos e cinco meses, sobre a relação com sua cidade, que Nei considera às vezes muito provinciana.


Em dois momentos delicados, o músico falou sobre duas perdas importantes: da namorada Leila Espellet num acidente de carro em que ele se salvou e o desaparecimento do irmão Luis Eurico Lisboa, ativista político cujo corpo só foi reconhecido no final dos anos 70. Foram momentos sensíveis e delicados, e que revelaram um cidadão quase comum e passível à dor como qualquer mortal.


Entregue à psicanálise desde 1991, o músico confessou que foi muito difícil largar o cigarro, seu companheiro nas horas de escrever e compor. A preguiça foi o argumento para o estilo low profile de Nei, que surpreendeu o público confessando não ser muito aplicado à leitura de livros e nem à ida ao cinema. “Mas sou um compulsivo devorador de fitas VHS, principalmente do gênero policial”.


Indagado pela menina Paula Fávero, de 8 anos, se “se baseava” na filha para escrever, Nei brincou: "não tenho mais assunto nos últimos três anos, é só fralda, mamadeira..." Depois complementou: “Tenho me baseado nela (Maria Clara) para montar um novo escritor, me tornar uma pessoa diferente em função dela. Estou num projeto estrutural de mudança, sou um ser à reboque do bem”.




 
Outras notícias
1/7/2005 10:54:00   Canja de Nei Lisboa atendeu a pedidos dos fãs
24/6/2005 10:54:00   Nei Lisboa é o convidado e a canja musical no mesmo Encontro
 
Depoimentos

25/10/2013
Milton do Prado, Cineasta
 
Admiro
Venho sempre que posso ao Encontros com o Professor. Admiro muito o Ru...
Cultura e educação
O Encontros é realmente muito interessante. É cultura é educação. Serv...
 
Patrocínio

Promoção Apoio Realização